
{Cláudia Krewer}
Vivendo realidades irreais,
Em encenações da própria vida forjada..
A estes já não incomoda mais,
A existência de uma pobre alma desfigurada...
Do Michaelis:
#Será mesmo que tudo tem um fim..?!# Já dizia Lavoiser que "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"... Pensamentos aqui não se criam, surgem... Não se encontram, mas as vezes se perdem... E no fim sempre acabam por se transformar em palavras... Dessa forma, aqui os pensamentos nunca se concluem, sempre silenciam em três pontos enquanto procuram por outra pontuação... Que pode ou não aparecer... Ponto.ponto.ponto.




Véspera de Natal...
Parentes invadindo a casa e as mesmas músicas natalinas da infância invadindo incansavelmente nossas cavidades auriculares... Nem sempre as coisas saem perfeitas mas nessa época a gente tenta fazer de conta que está tudo bem... Afinal, mesmo que o sorriso seja amarelo e que a tia continue apertando sua bochecha e dizendo que você cresceu ainda mais esse ano, você vai tentar desconsiderar tudo isso e pensar:
- É Natal!! ;D
Além disso, o que nunca falta nessa época são as mesas fartas e as comilanças sem tamanho... É por isso que o post natalino e, provavelmente, o último desse ano, vem parecendo ceia de Natal... {ou nem tão parecido assim...}
Mas, antes de lamber os dedos com os próximos episódios, deixo aos que por aqui passarem o meu sincero desejo de um Natal alegre, sereno e de paz... Que a gente saiba aproveitar da melhor forma essa época pra que, no próximo ano, consiga concretizar projetos e sonhar ainda mais.
Feliz Natal e um maravilhoso 2007!!! ;)
Episódio 02: Faca..colher.. Tudo igual.?!
Nina CLoud. and Nino CoLd.
Madrugada de 12 de novembro, domingo...
...
CoLd. : Contar histórias pros netinhos: "Então.. meus queridos.. tudo começou com um mousse..."
CoLd. : AeihAUIOEha
Cláu.dia°: huashuahushuas...
Cláu.dia°: acho que vou ter que buscar mais mousse desse jeito...
Cláu.dia°: :P
CoLd. : HIhihi
CoLd. : ^^
Cláu.dia°: nem dá... já foi muito pra hoje... agora só depois do almoço... =)
CoLd. : Nham.
CoLd. : Almoce agora enton. ^^
CoLd. : Pega um pedaço de mousse e diga: 'estou almoçando".
CoLd. : Dae tu pega outro e: "pronto.. essa é a sobremesa". ^^
Cláu.dia°: mousse não é em pedaço..!!!
Cláu.dia°: huehuehuehue
Cláu.dia°: muito espertinho...
Cláu.dia°: tua mamis devia ter problemas na tua infância...
CoLd. : Tu tem que cortar ele pra pôr na tigela.. (ou no caso, xícara).. então é pedaço. ^^
CoLd. : AIUHEIAUOHEAHEI
CoLd. : Porquê?
Cláu.dia°: eu não corto... pego porção com a colher... oras... ^^
Cláu.dia°: pq tu devia só pensar na sobremesa...
Cláu.dia°: imagina...
Cláu.dia°: bolo de chocolate no almoço...
Cláu.dia°: e depois, na sobremesa...
Cláu.dia°: bolo de chocolate...
CoLd. : AUIheuAHeioa
Cláu.dia°: hihihi...
CoLd. : Nhé. Eu nem fazia isso..
CoLd. : É que eu num comia direito..
CoLd. : Só a sobremesa.
CoLd. : AEiAHOEIAE
...
:
Episódio 03: Seria a gelatina verde de br..éérgghh.!!
Nina CLoud. and Nino CoLd.
Madrugada de 12 de novembro, domingo...
...
CoLd. : Gelatina. xD
Cláu.dia°: hueheuheuhue... hmmm..!!! ^^
Cláu.dia°: vai que inventem gelatina de carne ou brócolis...
Cláu.dia°: mamães vão querer servir no almoço...
Cláu.dia°: huehuehue
CoLd. : Nheca!!
CoLd. : Ruim isso.
CoLd. : AEAUEOhAUIeia
CoLd. : Gelatina de brócolis.. num seria gelatina.
CoLd. : Eu me recuso a acolher no mundo gelatinístico da minha memória uma gelatina de brócolis.
CoLd. : Hunf.
CoLd. : ¬¬
Cláu.dia°: hihihihi...
Cláu.dia°: então apaga essa informação...
CoLd. : :P
Cláu.dia°: pra nenhum maluco inventar esse treco...
Cláu.dia°: o que seria das criancinhas..?!?
Cláu.dia°: hihihihi
CoLd. : ééé.
CoLd. : Tadinha delas!!!
CoLd. : HEhehehe
Cláu.dia°: ééééé...
...
Ho_ho_ho... Logicamente, to be continued...
Porém, por esse ano é só gurizada... ;)
No centro daquela agitada cidade, em uma das esquinas menos movimentadas, mas nem por isso menos conhecida, um prédio verde amarelado. Ou seria amarelo esverdeado? Bem, era difícil dizer ao certo a cor, mas isso realmente não tem muita importância. Segundo andar, ao lado de um escritório de contabilidade de aparência bastante suspeita {isso pelo fato de que os clientes sempre entravam lá com grandes maletas pretas e, geralmente, saíam com elas}, estava o escritório de Sir Waterson, detetive particular.
Com seus trinta e tantos anos, aparência impecável e sorriso desconcertante. É, sim, tamanho deslumbramento causava, que muitos corações já haviam perdido o compasso por ele. Tudo bem que isso fora nos anos 60 mas continua o mesmo. Intacto.
Sherlock, que não era cão, mas sim um gato de sardas - sabe-se que o correto seria malhado porém explica-se a seguir-, era o fiel companheiro de Waterson. É preciso admitir que detetives costumam ter cães farejadores mas Sherlock era, sim, um exímio farejador. Farejador de pizzas de calabresa, o que fazia dele um gato nada malhado.
Apoiado no parapeito da janela, Waterson acompanha a movimentação dos pedestres e veículos. Estava, como de costume, desde muito cedo no escritório e até aquele momento nenhuma movimentação estranha, nem mesmo no escritório de contabilidade. Sherlock dorme na poltrona enquanto um bocejo preguiçoso escapa da boca do detetive. Em meio ao bocejo, o telefone desperta... digo, toca...
*Começam aqui as aventuranças de Sir Waterson, detetive particular... Convenhamos, ele ainda não andou nem meio metro mas, aguardem... ;]
